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Franciele Caleffi - Nutricionista

Azeite de Oliva - Fiscalização reprovou 59,7% das amostras.

Azeite de Oliva - Fiscalização reprovou 59,7% das amostras.

O Brasileiro consome cada vez mais azeite de oliva. Depois dos Estados Unidos, o Brasil é o maior importador mundial com 60 mil toneladas em 2017, e o consumo per capita brasileiro hoje é de 0,35 litro. 

O Azeite de Oliva é uma rica fonte de ácidos graxos monoinsaturados, sendo composto por até 80% de ácido oléico (ômega 9), e também uma baixa concentração de outros ácidos graxos essenciais como o linoleico (ômega 6) e o linolênico (ômega 3).  Utilizado diariamente, na quantidade de 2 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem, distribuído entre as refeições, possuí efeito protetor sobre o sistema cardiovascular, sobretudo na redução da aterosclerose.

Ainda, o azeite de oliva é um importante aliado no anti envelhecimento, graças a sua alta concentração de polifenóis, vitamina E e propriedade antioxidante, ele auxilia no combate aos radicais livres no organismo. No emagrecimento o azeite de oliva exerce importante papel, com atividade anti inflamatória e antioxidante, ajuda no combate da gordura, principalmente a gordura abdominal.  

Saiba tudo sobre o Azeite de oliva clicando aqui: teor nutricional, tipos de azeite, benefícios, quantidade de consumo e como escolher um bom azeite. 

Mas para ter todos esses benefícios para a saúde, o azeite de oliva precisa ser de boa qualidade. E vamos combinar, que difícil encontrar azeite de oliva de qualidade, parece constante essa notícia sobre reprovação de marcas de azeite de oliva. 

A última Operação Isis (nome em homenagem à deusa egípicia que teria criado o azeite extraído da oliveira), que é realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)  para fiscalização da qualidade dos azeites de oliva de várias marcas no Brasil, foi iniciada em abril de 2017 e estendeu-se até dezembro, avaliou 107 marcas de azeite de oliva comercializadas por 65 empresas.

Em 2018, a Operação Isis, iniciada em janeiro, terminará em dezembro, e será ampliada para avaliar 470 amostras a serem coletadas em todo o País. A partir deste ano, as ações de fiscalização estão sendo intensificadas por meio de parcerias com a Receita Federal, Ministério Público, Polícia Federal e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre as marcas APROVADAS estão: 
Andorinha: Azeite de Oliva Extra Virgem Andorinha, Azeite de Oliva Tipo Único Andorinha
Borges: Azeite de Oliva Extra Virgem Borges, Azeite de Oliva Extra Virgem clássico Borges, Azeite de Oliva Extra Virgem Tipo Único Borges.
Gallo: Azeite de Oliva Extra Virgem Gallo, Azeite de Oliva Extra Virgem Tipo Único Gallo.
La Española: Azeite de Oliva Extra Virgem La Española, Azeite de Oliva Extra Virgem Tipo Único La Española.
La Violetera: Azeite de Oliva Extra Virgem La Violetera.

Azeite de Oliva - Fiscalização reprovou 59,7% das amostras. 

Veja a lista completa das marcas de azeite APROVADAS na tabela abaixo ou clicando aqui:

Azeite de Oliva - Fiscalização reprovou 59,7% das amostras.

Já, entre os azeites de oliva REPROVADOS, que NÃO ESTÃO EM CONFORMIDADE com a Norma Legal, estão: 
Lisboa: Azeite de Oliva Extra Virgem Lisboa, Azeite de Oliva Extra Virgem Lisboa Premium, Azeite de Oliva Tipo Único Lisboa. 
Pazze:
Azeite de Oliva Extra Virgem Pazze. 

Vale Fértil: Azeite de Oliva Tipo Único Vale Fértil. 
Aldeia da Serra: Azeite de Oliva Tipo Único Aldeia da Serra.
Do Chefe: Azeite de Oliva Extra Virgem do Chefe. 

Veja a lista completa das marcas de azeite REPROVADAS, que NÃO ESTÃO EM CONFORME na tabela abaixo ou clicando aqui:
 Azeite de Oliva - Fiscalização reprovou 59,7% das amostras.

As amostras de todos os lotes de azeite foram analisadas nos laboratórios oficiais do MAPA em Goiás e no Rio Grande do Sul (Laboratórios Nacionais Agropecuários – Lanagros). As empresas responsáveis pelas fraudes são autuadas e multadas no valor mínimo de 5 mil reais, acrescido de 400% sobre o valor da mercadoria fiscalizada. O valor máximo da multa permitida por lei é de 540 mil reais. Os produtos apreendidos estão proibidos para consumo humano, mas permite-se a reciclagem industrial, principalmente na produção de sabão.

Entre as principais irregularidades na comercialização do produto, está a mistura do azeite de oliva com outros óleos, e a tentativa de iludir o consumidor pelo rótulo.

Atenção aos cuidados na hora de comprar seu Azeite de Oliva: 

  • Não se deixe enganar pelas embalagens bonitas com ilustrações de azeitona, ou referências a Portugal e Espanha.
  • Atenção ao preço! Desconfie de unidades de azeite de oliva de 500ml vendidas a menos de R$10,00. 
  • Fique atento com bastante atenção a todas as informações descritas no rótulo para conferir a composição de ingredientes. 
  • Para que o produto seja considerado “azeite de oliva virgem”, ou “extravirgem”, não é permitida a presença de óleos vegetais refinados, de outros ingredientes e aromas ou sabores de qualquer natureza.
  • No caso de azeite de oliva refinado, o rótulo mencionará obrigatoriamente que é do “tipo único”.

Fonte da notícia: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 2018. Em <agricultura.gov.br>. 

Publicado por Franciele Caleffi às 11h, 08 de novembro de 2018

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